Boas práticas da castanha é tema de oficina em Lábrea - Amazonas

Em maio, foi realizada a Oficina de Boas Práticas da Castanha que contou com a presença de Marcelo Franco e Joedson Quintino, da equipe IEB do Sul do Amazonas...

Em maio, foi realizada a Oficina de Boas Práticas da Castanha que contou com a presença de Marcelo Franco e Joedson Quintino, da equipe IEB do Sul do Amazonas. A atividade foi desenvolvida no âmbito do projeto FORTIS BR 319 e destinada aos moradores da Comunidade Floresta, da RESEX Ituxi. O projeto Fortalecimento Institucional na região da BR 319 é desenvolvido em parceria com o Instituto Pacto Amazônico e Comissão Pastoral da Terra - CPT–Lábrea, tendo o apoio financeiro da Fundação Moore.

A atividade foi realizada a partir da programação do coletivo FORTIS de Lábrea, e também dos parceiros da estratégia de Desenvolvimento Rural Sustentável (DRS), cuja agenda em Lábrea visa fortalecer a cadeia produtiva da castanha, com apoio do Banco do Brasil. A oficina contou com a experiência do técnico Marilson Rodrigo que acompanhou a COVEMA de Manicoré por um ano. A interação temática foi reforçada com a presença de comunitários da RESEX Cuniã.

Entre temas que foram abordados durante a atividade estavam: a importância de mapear a área do castanhal; a realização da limpeza dos castanhais e caminhos de acesso como trilhas, estradas e igarapés; os cuidados para evitar o fogo na limpeza dos castanhais e o corte da casca no tronco da castanheira para retirada da seiva; os procedimentos corretos para se realizar a coleta; os cuidados na realização da quebra; a seleção primária, lavagem, seleção secundária, secagem e manejo nos paióis familiares; a seleção nos paióis, os cuidados no transporte para o paiol central, medição no paiol central e manejo, além dos cuidados no transporte final da castanha.

Ao final da atividade, foi feita uma avaliação pelos participantes. A Sra. Ladymariana da Silva Amud, membro da COOPMAS, comentou “gostei bastante de saber da limpeza do castanhal, secagem e seleção da castanha, pois isso nós não fazíamos e quando fazíamos não era como o instrutor nos passou”.

A oficina contou com a participação de cerca de 63 pessoas, entre instituições parceiras como: Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (IDAM), Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), Associação dos Produtores Agroextrativistas da Colônia do Sardinha/COOPMAS. Estiveram presente também extrativistas das comunidades Nova Esperança, Goiaba, Umari, Canaã, Vila Vitória, Floresta, Cabeçudo, distribuídas às margens do Rio Ituxi, na Reserva Extrativista Ituxi, além de moradores do Rio Ciriquiqui e representantes da Reserva Extrativista do Lago do Cuniã em Porto Velho/Rondônia.







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