IEB e parceiros lançam publicações com temas socioambientais

O lançamento ocorreu na quinta-feira, 01 de dezembro, em Brasília-DF.

No dia 01 de dezembro, o IEB e seus parceiros apresentaram as publicações produzidas ao longo do ano. No total, foram 14 obras entre produções em Brasília e Belém e apoios por meio do Fundo de Publicações.

Breve resumo das obras:

Conhecimentos tradicionais para o Século XXI
A publicação, organizada pelo antropólogo Paul E. Little é dividida em três capítulos: “De sapos e camarões”; “De raízes e milho” e “Da ecologia e dos ambientalistas”. Seu objetivo é discutir e tratar de aspectos relacionados aos povos tradicionais, cujos conhecimentos são o foco de análise. Os textos são apresentados por meio de casos e diálogos e, para cada caso analisado, existem diversos atores sociais em interação, envolvendo organizações ambientalistas, órgãos governamentais, pesquisadores universitários, médicos, agrônomos e antropólogos. O leitor perceberá que os capítulos trazem muitas falas diretas dessa variedade de atores. clique aqui para comprar

Manejo comunitário de camarão
Fruto da parceria entre o IEB, a Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (ATAIC), e o Instituto Gurupá, o livro Manejo comunitário de camarão e sua relação com a conservação da floresta no estuário do rio Amazonas: sistematização de uma experiência em Gurupá-PA, organizado por Romier da Paixão Sousa, Katiuscia Miranda e Jacqueline Serra Freire, relata uma experiência de pesca de camarão, cujo diferencial é manter na natureza os camarões que não estejam no tamanho ideal para serem comercializados. A inovação tem desdobramentos ambientais, econômicos e sociais. Com esses resultados a publicação busca passar a lição de que é necessário valorizar os conhecimentos das populações tradicionais nos planos e projetos de desenvolvimento para Amazônia. clique aqui para fazer o download

Pamine: o renascer da floresta
O livro Pamine: o renascer da floresta, conta em 65 páginas o sonho do povo indígena Paiter Suruí em devolver à floresta o que dela foi tirado. Elaborado pela coordenadora de projeto do IEB, Andréia Bavaresco, o livro descreve o passo a passo do processo desenvolvido pelos Paiter para realizar o reflorestamento de suas terras. A obra mostra, ainda o árduo trabalho que envolveu toda a comunidade e aborda, o plano estratégico de 50 anos para conservação, proteção e sustentabilidade da TI Sete de Setembro, e o projeto carbono Suruí. clique aqui para fazer o download

Diagnóstico socioambiental da Microbacia do Córrego do Crispim
A publicação sobre o diagnóstico da Microbacia do Córrego do Crispim, localizada no Distrito Federal, é resultado do projeto Bacias, executado pelo IEB em parceria com WWF Brasil, Ambev, Comitê da Bacia do Rio Paranoá, Faculdade JK e Crad/UnB. A cartilha comenta os resultados socioambientais do Crispim, localizado no Gama, cidade satélite de Brasília. No Distrito Federal, o Movimento CYAN iniciou o Projeto de Recuperação de Bacias, adotando como piloto e laboratório de testes a bacia hidrográfica dos rios Paranoá e Corumbá, onde se situa o córrego do Crispim. A proposta é levar melhorias aos recursos hídricos que abastecem as 34 fábricas da Ambev no Brasil. clique aqui para fazer o download

Relação entre empresas, Governos e Comunidades na Amazônia brasileira: reflexões e propostas
Esta publicação, organizada por Marcelo Sampaio Carneiro, Manuel Amaral Neto e Katiuscia Miranda, é resultado de um seminário, realizado em 2009, que reuniu representantes de organizações comunitárias, agências governamentais e instituições, em Santarém, PA. Dividida em quatro capítulos, o livro faz uma análise da implementação de contratos formais e informais, entre empresas e assentados, para a exploração, processamento e comercialização de produtos florestais. clique aqui para fazer o download

Análise de acordos entre empresas comunidades para a exploração de madeira em assentamentos rurais na região da BR 163, no Estado do Pará
A publicação, organizada por Manuel Amaral Neto, Marcelo Sampaio Carneiro e Katiuscia Miranda, apresenta as relações contratuais para exploração e comercialização de madeira que ocorrem em alguns assentamentos da Amazônia brasileira. O estudo foi realizado pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), contratado pela Cooperação Técnica Alem㠖 Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro (SFB). clique aqui para fazer o download

Memorial da luta pela Reserva Extrativista do Ituxi em Lábrea
A obra, organizada pelo consultor do Instituto, Josinaldo Aleixo, é de autoria coletiva da Associação dos Produtores Agroextrativistas da Assembléia de Deus do Rio Ituxi (Apadrit), e representa um esforço de reflexão e de registro histórico de uma experiência social vivida intensamente no interior da Amazônia brasileira: a mobilização de comunidades ribeirinhas em favor da criação da Reserva Extrativista do Rio Ituxi. clique aqui para fazer o download

Organização Social na Amazônia: Uma experiência de associativismo na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Madeira
Organizado pela assistente de campo do IEB em Manicoré, Roberta Amaral, a publicação é um registro de como um processo de organização social de base comunitária na Amazônia, nos municípios de Novo Aripuanã e Manicoré, pode ocorrer na prática e nas condições reais das comunidades da floresta. A obra é uma reflexão crítica e conta a experiência vivida pelas lideranças da Associação dos Produtores Agroextrativistas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Madeira (Apramad). clique aqui para fazer o download

Memorial da luta pela Reserva Extrativista do Médio Purus em Lábrea
De autoria coletiva da Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas do Médio Purus (Atamp), a publicação conta a história de um grupo de ribeirinhos, moradores às margens do rio Purus, localizado entre a cidade de Lábrea e Pauni, no sul do Amazonas, que saiu do seu isolamento em busca de seus direitos como cidadãos para encontrar seu lugar em meio aos inúmeros conflitos na região. Como resultado de sua luta foi assinado, em 2008, o decreto de criação da Reserva Extrativista do Médio Purus. clique aqui para fazer o dowlnoad

Associação é para fazer juntos
Escrito pelo cientista social e consultor em gestão de associações, José Strabeli, o título deste livro já sugere o que é destacado em seus capítulos: que a criação de uma associação deve ser resultado de um processo coletivo e sua atuação deve ser marcada também pela participação efetiva de seus associados. Na forma de narrativa do desenvolvimento da fictícia Associação Jequitibá, trata dos processos e exigências para a criação de uma associação, ferramentas de diagnóstico participativo, planejamento, elaboração e execução de projetos, gestão administrativa e financeira, além de possíveis problemas enfrentados pelas associações nessa trajetória. clique aqui para fazer o download

Cruzando Saberes: Etnoecologia e Caça no Rio Cuieiras
A bolsista do programa BECA, Bolsas de Estudo para a Conservação da Amazônia, Marilena Altenfelder de Arruda Campos, foi a vencedora do Prêmio Beca de melhor dissertação de mestrado. Como prêmio, a autora recebeu o apoio para publicar sua. O livro, por meio dos saberes ecológicos e das estratégias dos caçadores do Rio Cuieiras/AM, Aponta que é necessário o estabelecimento de um diálogo entre os saberes, não somente no sentido de construção conjunta com os povos, numa relação mais harmoniosa e economicamente mais eficaz no manejo dos recursos naturais, como também entre as diferentes disciplinas que se envolvem com o tema, como a biologia da conservação, a antropologia, a ecologia humana e a etnoecologia. Em breve disponível para download.

Regularização Fundiária e Manejo Florestal Comunitário na Amazônia: sistematização de uma experiência inovadora em Gurupá/PA
A publicação é produto do Projeto Comunidades e Florestas, consórcio que tem como instituição líder o Imazon em parceria com o IEB, a FASE e o Center for International Forestry Research (CIFOR) e em colaboração com o Laboratório Sócio-Agronômico do Tocantins (LASAT), o Comitê de Desenvolvimento Sustentável de Porto Moz (CDS) e o Fórum de Articulação do Manejo Florestal Comunitário do Estuário Amazônico (FAE). O projeto conta com o apoio da Comissão Européia e tem como objetivo analisar como a situação fundiária, o mercado e o manejo florestal estão interligados e são decisivos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira. clique aqui para fazer o download

Iniciativas de Manejo Florestal Comunitário e Familiar na Amazônia brasileira 2009/2010
Durante o ano de 2009 e 2010, no âmbito da implantação da Lei de Gestão de Florestas Públicas nº 11.284, com apoio técnico da GIZ, foi realizado pelo Imazon e IEB o levantamento de iniciativas de manejo florestal e comunitário familiar (MCFC) na Amazônia Legal. O referido levantamento procurou diagnosticar o status anual do MCFC e apresentou uma análise da situação, propondo uma metodologia para monitoramentos e atualização destes dados, considerando madeira e sete produtos florestais não madeireiros em seis estados da Amazônia brasileira. clique aqui para fazer o download

Etnozoneamento Paiterey Sete de Setembro
Os Paiter são descritos como patrilinear, e seu sistema baseado em clãs é o que define a organicidade e os aspectos políticos desse povo, e os fortalece nas lutas pro seus direitos. Na Assembléia realizada no período de 10 a 12 de novembro de 2010, os Paiter retomaram sua forma de organização ancestral e aprovaram durante o evento sua forma de governança. Almir Narayamoga Surui foi escolhido o Labiway e Saga, líder geral do povo Paiter. A publicação é uma realização da Associação Kanindé, Metareilá e ACT Brasil, organizada e revisada por Ivaneide Bandeira Cardozo. Conta com o apoio da USAID, Amigos da Terra Suécia, Gordon and Betty Moore Foundation e Consórcio Fortis (IEB). Em breve disponível para download.







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