O desafio da formação para PNGATI

Oficina discutirá os processos formativos em gestão territorial e ambiental em Terras Indígenas no Brasil

Representantes de comunidades indígenas, universidades, ONGs, órgãos governamentais e de cooperação internacional, estarão reunidos, entre os dias 12 e 13 de novembro, em Brasília, para a realização da Oficina “Desafios de implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas/PNGATI: processos formativos em gestão territorial no Brasil”.

O objetivo da oficina, que acontece no Centro Cultural Brasília, é produzir subsídios para a elaboração e implementação de programas de capacitação e processos formativos em gestão territorial em Terras Indígenas, por meio de modalidades diversas, tais como cursos de extensão, cursos técnicos e universitários, voltados para povos indígenas e profissionais relacionados ao tema.

A ideia é colocar os diferentes atores para trocar suas experiências e discutir as estratégias pedagógicas desses processos formativos, gerando também materiais para a elaboração de futuras publicações.

Durante os dois dias, os participantes irão debater quais os principais conteúdos e temas a serem trabalhados, e também como os processos formativos voltados para a gestão territorial podem contribuir para a implementação da PNGATI, a elaboração de Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) e outras políticas públicas voltadas para os povos indígenas.

Após o evento, será produzido um documento visando subsidiar a formatação de cursos técnicos e superiores e de programas de formação ‘informal’ de indígenas e gestores públicos. Também será feita uma  publicação contendo as reflexões e discussões sobre experiências e iniciativas em curso e propostas concretas de grades curriculares e propostas metodológicas para programas de formação na temática.

A oficina é uma realização do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED) do Museu Nacional - Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), da Fundação Nacional do Índio (Funai), do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), e do Projeto GATI - Projeto de Gestão Ambiental e Territorial Indígena. O evento conta com o apoio da Fundação Ford, da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).







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