Projeto Bacias: Capacitação de lideranças da rede comunitária do Córrego Crispim acontece sexta e sábado

A ideia é subsidiar as lideranças locais para as ações de formação e capacitação para a utilização de ferramentas de tecnologia da informação, com o desenvolvimento de processos educativos à distância, fortalecimento de comunidades de aprendizagem e reali

Entre os dias 29 e 30 de julho, na Faculdade JK do Gama/Distrito Federal, acontece a oficina da rede comunitária do Córrego Crispim/DF. São 25 vagas destinadas aos moradores das chácaras ao longo do Córrego Crispim/DF, da área urbana originários das quadras 10 a 50 do Setor Leste do Gama/DF, membros da Administração Regional do Gama/DF, alunos da Faculdade JK, professores das escolas públicas locais, técnicos da CAESB, policiais militares, representantes do Movimento Hip Hop, lideranças das diversas comunidades religiosas do Crispim, representantes do Clube de Mães, representantes das ONGs locais, alunos da Escola Técnica do Gama, universitários do curso de Gestão Ambiental da Universidade de Brasília (UnB) do Gama/DF.

A ideia é subsidiar as lideranças para as ações de formação e capacitação para a utilização de ferramentas de tecnologia da informação, com o desenvolvimento de processos educativos à distância, fortalecimento de comunidades de aprendizagem e realização de trabalhos colaborativos. Temas como educação ambiental, comunicação comunitária, gestão de redes, usos de tecnologias de informação, gestão de conflitos, trabalho colaborativo e planejamento participativo, bem como outros de interesse específico para a conservação dos recursos hídricos integram o conjunto de temas para as oficinas.

Para a coordenadora do Projeto bacias pelo IEB, Viviane Junqueira, essas atividades permitem a troca de experiências e o acesso à informação de forma a integrar as lideranças que vivem na Microbacia do Córrego Crispim. “A proposta da oficina é acionar e nutrir uma rede comunitária de apoio ao Plano de Recuperação do Córrego do Crispim levando em consideração aspectos como a articulação do potencial humano da Ecobacia e a estruturação de canais para o diálogo e disseminação de informação com as comunidades da Ecobacia”, ilustrou a antropóloga. Ela explicou, ainda, que a oficina tem como principais metas apresentar o conceito de redes comunitárias, capital social; instrumentalizar para a facilitação de uma rede comunitária; definir um sistema de comunicação para os facilitadores e elaboração conjunta de uma Agenda Compartilhada para os facilitadores.

Ainda conforme disse Viviane Junqueira, ao final da oficina os integrantes poderão identificar o que é uma rede comunitária; entender a importância do papel da comunicação na sustentação da rede comunitária e facilitar processos coletivos usando o padrão rede

Programação da Oficina:

Sexta-feira 29/07 - 1° Módulo das 19h às 22h
1- Sobre o diálogo
1.1 - Dinâmica: Eu escuto você – atividade individual, em dupla, compartilhamento no grupo por alguns. O produto da compõem o mural Capital humano dos facilitadores.

2 - Com fazemos aquilo que não conseguimos fazer sozinhos?
2.1 - Video: http://www.youtube.com/watch?v=BCPrNg1SO_g







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