Projetos do Fundo de Pequenos Apoios serão definidos no dia 21 de junho

Em março de 2011 o IEB lançou o 2º Edital de Chamada para Projetos do Fundo de Pequenos Apoios BR 319, com recursos da Fundação Moore. O Fundo de Pequenos Apoios é um dos componentes...

Em março de 2011 o IEB lançou o 2º Edital de Chamada para Projetos do Fundo de Pequenos Apoios BR 319, com recursos da Fundação Moore. O Fundo de Pequenos Apoios é um dos componentes do Projeto BR 319, financiado pela Fundação Moore e destinado a apoiar iniciativas de organização comunitária dentro e no entorno das unidades de conservação localizadas na área de influência da BR 319. O total de recursos destinados ao Fundo, entre 2010 e 2012 é de R$ 350 mil. Em 2010 o IEB recebeu 25 projetos em resposta ao 1º Edital, dos quais 13 foram aprovados pela Câmara Técnica e muitos já estão concluídos. O total de projetos aprovados em 2010 foi de R$ 133 mil.

Seguido de quatro oficinas de treinamento em Humaitá, Lábrea, Canutama e Porto Velho, que aconteceram entre 21 de março e 1º de abril, mais de 70 pessoas já foram capacitadas, incluindo lideranças locais de unidades de conservação, associações comunitárias, e terras indígenas. Em resposta ao documento, o IEB recebeu aproximadamente 40 projetos, que serão avaliados e selecionados no próximo dia 21 de junho, por uma Câmara Técnica composta de 17 representantes de diversas organizações governamentais e não governamentais sediadas em Brasília. A reunião também contará com a participação de Adriana Gomes de Souza, representando a Regional CR 1 do ICMBio de Porto Velho, e do padre Fernando Redondo, representado a Comissão Pastoral da Terra de Lábrea. Estas pessoas fazem parte do Comitê Executivo do Fundo de Pequenos Apoios, e participarão como observadores/ouvintes. Além deles, uma pequena equipe do IEB conduzirá os trabalhos e ficará encarregada da relatoria. A Câmara Técnica contará ainda com a presença de Joedson Quintino, assessor de campo do IEB/Lábrea e coordenador das atividades de campo do Projeto BR 319, e também de Katiuscia Fernandes, do IEB/Belém. Cada projeto será avaliado por dois especialistas.

Desde o início da implantação do Fundo, o Comitê Executivo decidiu que seria melhor ter duas categorias de projeto: o Piaba, até R$ 5 mil, para contemplar ações rápidas (seis meses) e de baixo custo; e o Tambaqui, até R$ 25 mil, longo prazo (até 18 meses) e mais estruturantes. A decisão considera as necessidades locais das populações de ter a acesso a estes dois tipos de projetos, explica a assessora de projetos Suely Anderson. Para ela, a resposta ao 1º edital demonstrou que este era de fato o caminho correto. “Piaba é um peixe pequeno, e Tambaqui é um peixe grande. A população local possui conhecimento e consegue identificar estes peixes e associar o volume de recursos com estas duas categorias de projeto”, explica Anderson.







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