Reserva Extrativista do Rio Ituxi, em Lábrea, no Amazonas, faz manejo da espécie nos próximos três meses

O mapeamento dos castanhais da Reserva Extrativista do Rio Ituxi, que fica na região de Lábrea, no Amazonas, que no ano passado ficou impossível de ser inventariado por conta do regime hídrico, será feito nesses três meses, até maio.

Fonte: Lábrea News

O mapeamento dos castanhais da Reserva Extrativista do Rio Ituxi, que fica na região de Lábrea, no Amazonas, que no ano passado ficou impossível de ser inventariado por conta do regime hídrico, será feito nesses três meses, até maio. Esse trabalho, feito sob a supervisão do Núcleo de Gestão Integrada do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (NGI-ICMBio), é que vai subsidiar o manejo da castanha pela comunidade.

“Nessa época do ano será possível visitar importantes áreas de produção de castanha que não pudemos visitar anteriormente como o rio Curequetê, o alto Siriquiqui, o igarapé dos Perdidos e o Vamos Ver”, disse Valdeson Vilaça, técnico do Instituto de Desenvolvimento do Amazonas (Idam), parceiro do ICMBio nessa empreitada, juntamente com o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e a Associação de Produtores Agroextrativistas da Assembleia de Deus do Rio Ituxi (Apadrit).

O mapeamento será realizado por meio de entrevistas com os castanheiros e visitas aos piques de castanha utilizados por cada um deles. Além dos dados pessoais dos extrativistas, serão levantadas informações quanto às coordenadas geográficas, situação de uso dos castanhais (em uso ou abandonados), número de castanheiras e potencial produtivo estimado.

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